terça-feira, 30 de março de 2010

Lá de onde vem a luz,
Longe do meu lugar,
Eu encontrei um trevo de mil tons...

sábado, 20 de março de 2010

A vida; essa, cheia de experiências, momentos e instantes de pura alegria, tristeza ou só apenas indiferença.

Eu entrei na tua, a pensar que conhecia todos os sentimentos deste mundo, inclusive o ciúme.
Eu tenho ciúmes, como toda a gente. Não são simples estes ciúmes.
Acho que nenhum ciúme que se sinta, é alguma vez simples. Todos são grandes!, por muito pequenos que se achem. Confuso? Eu diria complexo.
Não são simples e fáceis. E tu percebes... Têm dez anos de peso em cima.
Têm vida, de dez anos. Entendes o que são dez anos? Com eles já se conhecem caminhos, já se têm marcas que nunca se apagam, e memórias que nunca se esquecem.
Dez anos nunca se esquecem! Mas a vida continua, e de toda as coisas boas que se vivem, as más também fazem parte, e acredita que todas elas importam.
Quero chegar ao ponto de te dizer que estou aqui, e que te AMO.
Mas que não me é de todo fácil saber como há pessoas que sofrem com a minha e a tua felicidade.
O amor é uma coisa tão difícil, tão mais complexa diria eu, como os ciúmes.
Mas adiante. Não me é de todo fácil. Porquê?
Sabes o que é olhar para uma pessoa da qual não tens contacto algum, mas que ao olhares nos olhos, lhe vês a alma? Pois bem, eu vi a alma dela. Juro! E não é tão distante como aparenta.
Não a conheço, nunca lhe falei. No entanto, olhei para ela e vi.
Não importa a capa de durona que ela faz questão de mostrar a toda a gente. Que nem te importe as palavras duras que te diz.!, São da boca para fora... com toda a certeza.
Já vivi muito, e já senti muito... mas hoje, custou-me horrores teres entrado por aquela porta com vontade de chorar, porque sei que custa sempre. E que te dói, por gostares tanto dela.
Mas custou-me ...quando ouvi a sua voz ao telefone...o soluçar...o tudo aquilo ser por minha causa em parte.
Por eu não a conhecer e não a poder ajudar. Porque acredita, Sofia, eu gostava de poder fazer alguma coisa...
Vim de uma relação que não teve tantos anos de vida mas que, foi tão intensa como se tivesse sido uma relação para sempre, e a inicio passei por muita coisa... Muitos sentimentos estranhos em mim, e neles se fazia sentir sempre o pior - ciúme.
Mas aprendi a viver com ele. Neste momento além do amor que te tenho, e que tenciono escrever a negrito, é TANTO!
Eu acredito muito em ti, e no que sentes...Mas confesso que é inevitável ficar sem saber o que sentir, o que fazer e como agir. Não a quero atingir, provocar, o que for!
Não lhe quero fazer mal nenhum... Tu sabes!
Eu não tenho maldade a esse ponto! Eu sei o que ela está a sentir... e o que ela está a sofrer.
Peço-TE desculpa.
E peço-te desculpa a ti, Sofia.
Por ser um alguém que ela não aceita, por achar que sou um alguém que não te serve.
Desculpa a minha idade não ser mais avançada... e desculpa os problemas que te causo por isso.
Desculpa as pessoas dizerem que a nossa relação não tem futuro...
Eu vou contra essas coisas todas! Afinal, tudo acontece quando existe vontade para isso!, e o ter menos 18 anos que tu não me tira minimamente a vontade e o querer, de te fazer feliz, pelo contrário...
Se estou contigo todos os dias, se te olho nos olhos e te digo, "Eu amo-te", não é em vão!, lê nas entrelinhas... é contigo que quero ficar!
Implique isso o que implicar...! Eu de ti não desisto, nunca.

sexta-feira, 19 de março de 2010

...E já se passou um mês que nem se viu passar;
Repleto de sorrisos, de amor. Repleto de ti.

Amo-te, Sofia.

terça-feira, 16 de março de 2010

Vivemos e crescemos com a ânsia do dia a dia, a querer ser o filho preferido, a filha perfeita.
Em parte, nunca quis ser a filha preferida nem a perfeita. O meu único desejo, foi que gostassem sempre de mim...mesmo que o meu sorriso não fizesse sentido, ou que não tivesse porque chorar.
Sempre fui exigente comigo e sempre exigi muito dos outros, confesso.
Sempre achei que a verdade era o caminho, o principal, foi isso que toda a vida me incutiram!
Foi esse um dos principais valores. O outro, foi o seguir do coração.
Deixar-me ir... onde quer que a vida me levasse.
Deixavam-me sair à rua, e decidir o meu caminho, traçar a minha rota, tomar o meu rumo sem muitas objecções e interferências.
Deram-me a liberdade quando eu comecei a lutar por ela, e nunca se opuseram à forma como
eu usava e abusava dela.
E ao completar o meu 18º aniversário, fui mais verdadeira que nunca, e mais sincera.
Pode até dizer-se que fui mais corajosa e louca, do que algum dia fui, atendendo ao facto de tudo ser tabu, de não haver outra conversa senão a "verdade".
E contei tudo o que me ia na alma.
Aí sim houve obstáculos, feridas que nunca saram, palavras atiradas como facas, e essas sim, deixaram marcas que hoje sei que vão ficar sempre em mim, mas que foram mais que
necessárias para eu crescer, e que já me servem como escudo para o futuro.
Afinal, quando o nosso exemplo de vida, a pessoa que mais significado tem para nós, nos diz precisamente aquilo que não esperamos ouvir.
Quando nos dá precisamente o oposto daquilo que precisamos e nos tira o tapete.
Caimos numa queda que não é qualquer.
Fraquejamos. Perdemo-nos, sem nunca nos encontrarmos.
Contudo, passam-se dois anos. E a vida passa...E volto atrás.
Conto-te tudo outra vez e sou verdadeira contigo.
Não esperei que me tirasses o tapete. Fui com a certeza de ter crescido e de tu também.
De me respeitares como sou, de me aceitares...Porque eu não sou diferente de ninguém.
Aliás, para ti sou diferente de toda a gente, e sou especial por isso.
Fui longe e contei-te tudo bem perto. Sentaste e ouviste; E melhor que tudo, falaste.
Participaste, e não foi um monólogo, nem foram gritos.
Foram palavras de gente grande.
Foi talvez a nossa conversa mais calma de mão para filha. Tens noção disso?
Em 20 anos que me conheces, foi a primeira vez que conseguimos falar abertamente com toda a calma necessária.
Sim, as escolhas que eu faço são para mim, tens razão... e a Sofia não é apenas uma escolha, nem um caminho. É uma vida, é a vida que eu quero para mim.
É ela quem eu quero abraçar todos os dias.
É ela a quem eu me quero entregar como nunca, e a quem quero dizer o quanto é importante para mim, todos os dias, a todo o momento...
É ela, a pessoa por quem eu quero esperar no sofá, sempre, depois das atribuladas horas passadas no trabalho.
É ela, Mãe.
E não te preocupes que o amor que lhe tenho, não vai de encontro ao teu. O teu é teu.
E eu amo-te, e sei que o sabes...Tu és a minha mãe.
Ela...
Ela é o amor de uma vida... da minha vida.
E tens toda a razão naquilo que me dizes!

" Crescemos quando enfrentamos a realidade"

E esta, é a minha forma crescida, de a enfrentar.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Eu sei não sei o que é mais perfeito...
Se é o sorriso que provocas na tua sobrinha com essa tua alegria de viver e as tuas brincadeiras... Se é o momento em que lhe agarras a mão à saida da creche... e me deixas a olhar babada, por ter a namorada mais querida, mais atenciosa e perfeita, do mundo!

domingo, 7 de março de 2010

...és a minha vida, o meu ar, o meu mar. A janela que se abre com o vento. Tu és tudo num momento. És o meu sol, e a água pela qual eu tanto anseio no deserto, és aqui, o distante, e o perto. És a pele, o calor, és o sorriso e o céu. És sinal, és amor, és tudo e nada e nunca a dor. És a voz, e o grito ao fundo, tu és o aqui e o lá, mas és também o meu mundo. E é dia, e é noite, adormeço, e és sonho (:



Amo-te.

Alquimia.

Fazes-me bem, sabes?

Dou por mim a perguntar como é que o destino me trouxe até ti.

Pego nas palavras e brinco com elas, como dizes.

É tudo tão perfeito quando estás a meu lado.

Os meus dias não são os mesmo sem ti.

Mas fazes-me bem…sabes?

E é engraçado como me cruzava contigo na rua, te dizia bom dia, te achava piada, te mostrava simpatia, mas nunca algo mais. Nunca algo mais quando não estavas de costas, e ao balcão do alquimia.

Mas pego nas palavras, e brinco com elas. Ponho os meus sentimos nelas, ou pelo menos uma parte deles, pois alguns têm a particularidade e a teimosia de não me deixarem expô-los assim, em textos que acham banais, esses sentimentos claro.

E sim, é tudo tão perfeito quando te encostas a mim, a dizer mal da vida, das pessoas que não têm escrúpulos, que fazem da vida dos outros simples passatempos com conversas paralelas e comentários despropositados.
É tudo tão perfeito quando me dizes, obrigada. Mesmo sabendo que nunca terás de me agradecer!

(já te disse como te adoro, Sofia?)

E os meus dias não são os mesmos sem ti. Porque sentem a falta do teu sorriso. E do brilho… sim. Do teu brilho.

Mas fazes-me mesmo bem. E a minha vida precisava disto. Precisa tanto de ti.
Precisava de uma volta de 360º, de paixão. Precisava de um amor novo, e do tempo guardado. Precisava de voltar a sentir amor às simples pedras da calçada. Entendes?
De abraçar o dia com as duas mão. Precisava de sentir vontade de correr pela rua fora, sem hora de voltar. Precisava de voltar a ter vontade de escrever. Sim, precisava de voltar a ter um propósito para escrever. Nunca pensei foi que fosse algo assim. Nunca pensei que o propósito pudesse ser alguém assim… Como tu.

E o meu destino levou-me há alguns anos atrás, até ti. De porta em porta. Com menos uns dentes, com menos alguns centímetros. Com menos conhecimento de vida, e menos juízo certamente.
Mas levou-me a ti com um quico na cabeça, e muita canção. E desculpa lá, mas isso é muito à frente.

E estas palavras com que te escrevo, são apenas figuras de estilo, desculpas que invento para te agarrar a mim. Para te pedir que nunca me deixes. Fazem efeito? Devo continuar a escrever?

Mas é tudo tão mais perfeito quando do nada me dizes que me adoras. Ou um simples fechar de olhos, um simples suspirar, e um simples, gosto de ti, ou um amo-te tanto.

(Já te disse como te adoro, Sofia?)

O brilho que te falava, é o tal com que sorris às pessoas na rua.
É o brilho com que fazes tudo tão apaixonadamente (bem).
Com que acenas a um alguém.
É um brilho tão grande e suficientemente forte, que basta entrares por aquela porta para as velas se acenderem todas sozinhas, e o meu coração querer saltar do peito.

A minha vida pedia-te. E eu pedia-te a ti, à minha vida.
Pedia, voltar a ver desenhos animados. Sem me preocupar com a idade, como tu fazes.
Pedia que voltasse a viver a mil, como já um dia fiz.
A minha vida, essa, pedia-me tudo. E pedia-me amor. Pedia-me que desse amor, que esbanjasse amor a alguém. Pedia-me surpresas, e pedia-me que surpreendesse alguém.
Que dissesse a alguém: “ Eu amo-te. Mas eu amo-te a sério.”
E pedia-me que mostrasse esse amor a alguém.
Nunca pensei foi que esse alguém, fosse um amor tão grande, como tu.

(Já te disse como te adoro, Sofia?)

E os meus dias sem ti? Não são dias. São instantes passados no vazio desse tempo. São horas desperdiçadas. Devia ser proibido desperdiçar tempo. O tempo não se perde, ganha-se.
Deixas-me ganhar tempo contigo?

Mas fazes-me bem, já to tinha contado?
Estou a falar mesmo de verdade.
Fazes-me muito mais que o sol.

Posso não saber explicar como estás hoje comigo. Mas agradeço todos os dias da minha vida. Por te ter. Por estar a ser e a sentir tudo isto. Por te amar com a intensidade com que te amo. Por seres quem és, e por me fazeres ser o melhor que posso ser.

Não sei bem como continuar este texto, porque como já te disse, os sentimentos não me deixam expô-los assim. E eu não me quero chatear com eles. Porque são eles que me fazem viver neste momento.

E a minha vida é perfeita sim! É perfeita porque tenho a melhor namorada do mundo, e porque tudo faz para me roubar sorrisos e para me ver feliz.

E os meus dias podem não ser os mesmos sem ti. Mas hoje o meu dia/noite é contigo. Já entraste por aquela porta, (já foste ao café, e já me deixaste em casa sozinha, triste só e abandonada!!!!)
Já me olhaste com esse teu olhar de quem sabe que me provoca, como que em sinal de “larga o computador que eu cheguei/agarra-te a mim se faz favor”…

Mas fazes-me bem, Sofia!

(Já te disse que te adoro?!)

sábado, 6 de março de 2010

Não me lembro bem como adormeci, a última imagem que tive foi da tua mão a segurar o livro, e a última coisa que senti foi o calor que o teu corpo emanava.
Começa a ser hábito o dormir no teu abraço, e deixar que a noite me leve.
As horas passam. Passaram, certo? Mesmo que o relógio tenha ficado imóvel e os ponteiros não se tenham movido. Eu acordei como se tivesse dormido 12 horas no minimo,sentia-me tão bem... Mas isso deve-se a ter sido acordada por ti.

Senti um arrepiar, um ar, um beijo... teu.
E o amor com que me beijas naquelas horas, é como se não me visses há 3 semanas...
E o desejo com que procuras cada poro, cada linha, e cada traço do meu rosto, é como se fosse o teu último dia de vida... e como se de repente houvesse uma catástrofe natural nos próximos minutos, e tivesses de dar tudo de ti.
A forma como me "cais do céu", e te entregas assim a mim, sem receio, medo ou qualquer pudor, torna tudo tão único, e tão especial.
Vou deduzir que eram 4 horas da manhã. Acordas sempre assim a meio da noite, tão bem disposta ? (:
Eu sei que tu entendes, eu quero escrever e descrever tanta coisa ao mesmo tempo, que não é possivel ser em palavras.
Mas estou a fim de tentar ir mais além... Por isso...


...Casas comigo?



(Ps: Já comprei a escova de dentes para ficar em tua casa.)

terça-feira, 2 de março de 2010

22:22

... tu, és o momento em que de manhã e a passo falso eu saio à rua, e abraço o tempo, como se dali a uma hora te encontrasse.

... tu, és o meu fim de dia. E és a madrugada que não tarda a chegar. És a estrada e o passeio ao seu lado. Os caminhantes na via. E as árvores despidas. És o perfume da primavera que se avizinha...

... és o riso da criança, e o balão que ela solta no ar. És uma brisa deste vento, e és a minha vontade de te amar.

Os cinco sentidos

São belas - bem o sei, essas estrelas,
Mil cores - divinais têm essas flores;
Mas eu não tenho, amor, olhos para elas:
Em toda a natureza,
Não vejo outra beleza,
Senão a ti - a ti!
Divina - ai! sim, será a voz que afina,
Saudosa - na ramagem densa, umbrosa. será;
Mas eu do rouxinol que trina,
Não oiço a melodia,
Nem sinto outra harmonia,
Senão a ti - a ti!
Respira - n'aura que entre as flores gira,
Celeste - incenso de perfume agreste,
Sei... não sinto: minha alma não aspira,
Não percebe, não toma senão o doce aroma, que vem de ti - de ti!
Formosos - são os pomos saborosos,
É um mimo - de néctar o racimo:
E eu tenho fome e sede... sequiosos,
Famintos, meus desejos estão... mas é de beijos,
É só de ti - de ti!
Macia - deve a relva luzidia,
Do leito - ser por certo em que me deito.
Mas quem, ao pé de ti, quem poderia sentir outras carícias,
Tocar noutras delícias,
Senão em ti! - em ti!
A ti! ai, a ti só os meus sentidos,
Todos num confundidos,
Sentem, ouvem, respiram;
Em ti, por ti deliram.
Em ti a minha sorte,
A minha vida em ti;
E quando venha a morte,
Será morrer por ti.





Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'

segunda-feira, 1 de março de 2010

Desigual.

E eu não sei dizer tanto de tanta coisa, é verdade.

Sei apenas dizer que quando estás perto, o sol brilha mais. Quando estás distante, ele brilha o dobro, e a luz que te tenho ilumina os meus dias cinzentos, os meus lugares e sonhos cinzentos. Sim, é isso mesmo que percebeste!, é tudo a preto e branco quando não estás.
E é o teu sorriso que fica quanto eu parto. Quanto eu parto e levo de ti o teu cheiro, o teu gosto e sabor que só de ti conheço.
Eu vou e fico. Eu vou e regresso a ti. Como a uma praia onde se quer sempre voltar.
E levo de ti nos momentos que o tempo me foge por entre os dedos, olhares que nunca vi antes. Gestos, peças, e perfumes. Partes de dias, instantes, destinos, temperaturas, evidências e sentimentos.
Levo anos de ti. Dias e fins de semana.
E nesses momentos em que te levo comigo, são semanas de sorrisos gastas pelas rodas do teu carro.
É estranho e não tem explicação. Porquê? Não sei dizer.
Eu amo-te assim.
Como explicar?, foste sorte, acaso, tiro às cegas, pim pam pum, a álea da vida em todo o seu esplendor, a desdenhar das incompatibilidades cósmicas.
Senão, como te encontrava eu se não tenho explicação para o explicar ?...

Mas o acordar ao teu lado, é mais perfeito do que andar à deriva na multidão. É ainda mais louco do que andar num carrossel e, gritar de felicidade abundante. É ainda mais louco sim.
E agarro as manhãs em que me acordas com beijinhos, como agarro os dias em que me apertas e me envolves no teu abraço. É igual.
Agarro todos os momentos em que me telefonas e me dizes que me adoras, que me amas, e que tens saudades minhas. E eu bloqueio, confesso. Faltam-me as palavras. Chego perto de ti a tremer que nem varas verdes, (parece que estou no dentista)... e até a boca me seca!

E isto é paixão, sabes ?
Fico ansiosa, como se eu fosse uma criança na noite de Natal, a abrir o seu tão esperado presente. É assim que eu me comporto.
Que eu me entrego.
É assim que eu te amo.
Sim... Eu amo-te, sabias ?

Amo-te, quando só ainda são 22h59 minutos e tu já me dizes que tens sono.
Amo-te, quando chegas a casa, ligas o computador e ficas "vidrada" no Facebook, mas depois olhas para mim, soltas uma gargalhada e argumentas que a tua vida não é aquilo.
Amo-te, só pelo simples facto de não te contentares com pouco e, em vez de um, usares 3 despertadores diferentes!
Amo-te, quando me ligas à noite e estás a ler o teu livro, e contas-me a sua história como se a soubesses de cor, e sim meu amor, com entoação que eu bem ouvi.
Amo-te, quando me cantas Mafalda Veiga sem ritmo, (não posso mentir, tu fazes de propósito só pode!)
E amo-te, do jeito mais puro e sincero.
E sei que tu sabes que sim.


E eu não sei dizer tanto de tanta coisa é verdade, mas sei dizer que te amo, a ti.