segunda-feira, 19 de abril de 2010

2.


T'amo-te, tanto.

terça-feira, 30 de março de 2010

Lá de onde vem a luz,
Longe do meu lugar,
Eu encontrei um trevo de mil tons...

sábado, 20 de março de 2010

A vida; essa, cheia de experiências, momentos e instantes de pura alegria, tristeza ou só apenas indiferença.

Eu entrei na tua, a pensar que conhecia todos os sentimentos deste mundo, inclusive o ciúme.
Eu tenho ciúmes, como toda a gente. Não são simples estes ciúmes.
Acho que nenhum ciúme que se sinta, é alguma vez simples. Todos são grandes!, por muito pequenos que se achem. Confuso? Eu diria complexo.
Não são simples e fáceis. E tu percebes... Têm dez anos de peso em cima.
Têm vida, de dez anos. Entendes o que são dez anos? Com eles já se conhecem caminhos, já se têm marcas que nunca se apagam, e memórias que nunca se esquecem.
Dez anos nunca se esquecem! Mas a vida continua, e de toda as coisas boas que se vivem, as más também fazem parte, e acredita que todas elas importam.
Quero chegar ao ponto de te dizer que estou aqui, e que te AMO.
Mas que não me é de todo fácil saber como há pessoas que sofrem com a minha e a tua felicidade.
O amor é uma coisa tão difícil, tão mais complexa diria eu, como os ciúmes.
Mas adiante. Não me é de todo fácil. Porquê?
Sabes o que é olhar para uma pessoa da qual não tens contacto algum, mas que ao olhares nos olhos, lhe vês a alma? Pois bem, eu vi a alma dela. Juro! E não é tão distante como aparenta.
Não a conheço, nunca lhe falei. No entanto, olhei para ela e vi.
Não importa a capa de durona que ela faz questão de mostrar a toda a gente. Que nem te importe as palavras duras que te diz.!, São da boca para fora... com toda a certeza.
Já vivi muito, e já senti muito... mas hoje, custou-me horrores teres entrado por aquela porta com vontade de chorar, porque sei que custa sempre. E que te dói, por gostares tanto dela.
Mas custou-me ...quando ouvi a sua voz ao telefone...o soluçar...o tudo aquilo ser por minha causa em parte.
Por eu não a conhecer e não a poder ajudar. Porque acredita, Sofia, eu gostava de poder fazer alguma coisa...
Vim de uma relação que não teve tantos anos de vida mas que, foi tão intensa como se tivesse sido uma relação para sempre, e a inicio passei por muita coisa... Muitos sentimentos estranhos em mim, e neles se fazia sentir sempre o pior - ciúme.
Mas aprendi a viver com ele. Neste momento além do amor que te tenho, e que tenciono escrever a negrito, é TANTO!
Eu acredito muito em ti, e no que sentes...Mas confesso que é inevitável ficar sem saber o que sentir, o que fazer e como agir. Não a quero atingir, provocar, o que for!
Não lhe quero fazer mal nenhum... Tu sabes!
Eu não tenho maldade a esse ponto! Eu sei o que ela está a sentir... e o que ela está a sofrer.
Peço-TE desculpa.
E peço-te desculpa a ti, Sofia.
Por ser um alguém que ela não aceita, por achar que sou um alguém que não te serve.
Desculpa a minha idade não ser mais avançada... e desculpa os problemas que te causo por isso.
Desculpa as pessoas dizerem que a nossa relação não tem futuro...
Eu vou contra essas coisas todas! Afinal, tudo acontece quando existe vontade para isso!, e o ter menos 18 anos que tu não me tira minimamente a vontade e o querer, de te fazer feliz, pelo contrário...
Se estou contigo todos os dias, se te olho nos olhos e te digo, "Eu amo-te", não é em vão!, lê nas entrelinhas... é contigo que quero ficar!
Implique isso o que implicar...! Eu de ti não desisto, nunca.

sexta-feira, 19 de março de 2010

...E já se passou um mês que nem se viu passar;
Repleto de sorrisos, de amor. Repleto de ti.

Amo-te, Sofia.

terça-feira, 16 de março de 2010

Vivemos e crescemos com a ânsia do dia a dia, a querer ser o filho preferido, a filha perfeita.
Em parte, nunca quis ser a filha preferida nem a perfeita. O meu único desejo, foi que gostassem sempre de mim...mesmo que o meu sorriso não fizesse sentido, ou que não tivesse porque chorar.
Sempre fui exigente comigo e sempre exigi muito dos outros, confesso.
Sempre achei que a verdade era o caminho, o principal, foi isso que toda a vida me incutiram!
Foi esse um dos principais valores. O outro, foi o seguir do coração.
Deixar-me ir... onde quer que a vida me levasse.
Deixavam-me sair à rua, e decidir o meu caminho, traçar a minha rota, tomar o meu rumo sem muitas objecções e interferências.
Deram-me a liberdade quando eu comecei a lutar por ela, e nunca se opuseram à forma como
eu usava e abusava dela.
E ao completar o meu 18º aniversário, fui mais verdadeira que nunca, e mais sincera.
Pode até dizer-se que fui mais corajosa e louca, do que algum dia fui, atendendo ao facto de tudo ser tabu, de não haver outra conversa senão a "verdade".
E contei tudo o que me ia na alma.
Aí sim houve obstáculos, feridas que nunca saram, palavras atiradas como facas, e essas sim, deixaram marcas que hoje sei que vão ficar sempre em mim, mas que foram mais que
necessárias para eu crescer, e que já me servem como escudo para o futuro.
Afinal, quando o nosso exemplo de vida, a pessoa que mais significado tem para nós, nos diz precisamente aquilo que não esperamos ouvir.
Quando nos dá precisamente o oposto daquilo que precisamos e nos tira o tapete.
Caimos numa queda que não é qualquer.
Fraquejamos. Perdemo-nos, sem nunca nos encontrarmos.
Contudo, passam-se dois anos. E a vida passa...E volto atrás.
Conto-te tudo outra vez e sou verdadeira contigo.
Não esperei que me tirasses o tapete. Fui com a certeza de ter crescido e de tu também.
De me respeitares como sou, de me aceitares...Porque eu não sou diferente de ninguém.
Aliás, para ti sou diferente de toda a gente, e sou especial por isso.
Fui longe e contei-te tudo bem perto. Sentaste e ouviste; E melhor que tudo, falaste.
Participaste, e não foi um monólogo, nem foram gritos.
Foram palavras de gente grande.
Foi talvez a nossa conversa mais calma de mão para filha. Tens noção disso?
Em 20 anos que me conheces, foi a primeira vez que conseguimos falar abertamente com toda a calma necessária.
Sim, as escolhas que eu faço são para mim, tens razão... e a Sofia não é apenas uma escolha, nem um caminho. É uma vida, é a vida que eu quero para mim.
É ela quem eu quero abraçar todos os dias.
É ela a quem eu me quero entregar como nunca, e a quem quero dizer o quanto é importante para mim, todos os dias, a todo o momento...
É ela, a pessoa por quem eu quero esperar no sofá, sempre, depois das atribuladas horas passadas no trabalho.
É ela, Mãe.
E não te preocupes que o amor que lhe tenho, não vai de encontro ao teu. O teu é teu.
E eu amo-te, e sei que o sabes...Tu és a minha mãe.
Ela...
Ela é o amor de uma vida... da minha vida.
E tens toda a razão naquilo que me dizes!

" Crescemos quando enfrentamos a realidade"

E esta, é a minha forma crescida, de a enfrentar.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Eu sei não sei o que é mais perfeito...
Se é o sorriso que provocas na tua sobrinha com essa tua alegria de viver e as tuas brincadeiras... Se é o momento em que lhe agarras a mão à saida da creche... e me deixas a olhar babada, por ter a namorada mais querida, mais atenciosa e perfeita, do mundo!

domingo, 7 de março de 2010

...és a minha vida, o meu ar, o meu mar. A janela que se abre com o vento. Tu és tudo num momento. És o meu sol, e a água pela qual eu tanto anseio no deserto, és aqui, o distante, e o perto. És a pele, o calor, és o sorriso e o céu. És sinal, és amor, és tudo e nada e nunca a dor. És a voz, e o grito ao fundo, tu és o aqui e o lá, mas és também o meu mundo. E é dia, e é noite, adormeço, e és sonho (:



Amo-te.